Estou paralizada...
Não navego em nenhuma direção.
Não sei se é a falta de saber qual direção seguir ou o desapontamento de navegar solitariamente.
Estou assustada e acuada.
Nunca funcionei bem sobre pressão.
Olhar tantas questões do passado e conseguir respostas pra um fracasso num período que não deveria ser de olhar para trás e, sim para frente, está consumindo minha energia.
Não sei o que quero. Se eu quiser o que já me feriu? Masoquismo não é comigo mas, não posso deixar de pensar em com seria se tudo fosse diferente... Ok, plantar um pé de “se” não dá em nada, eu sei... mas tá difícil...
Qual a tampa da garrafa? Qual é o problema que precisa ser resolvido para que eu possa matar minha sede?
Ficar parada como filho das palhas? Atitude passiva? Não sei... não combina comigo mas não estou com forças pra muita coisa.
Quero ficar na cama, assistir seriados, fazer crochê, comer porcaria...
Não poderá ser assim pra sempre.
Mas realmente não sei qual é o problema a ser resolvido.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Um dia me disseram: "os homens amam os filhos da mulher com quem ele está". Duramente, aprendi que é verdade... só não imaginei que fosse acontecer tão rápido.
Minha filha tem 15 meses. Hoje eu soube que o pai dela - que não a vê há 3meses, está morando com uma mulher que tem dois filhos. Ele tem duas e, com certeza, não cuida de uma.
Difícil não me sentir um lixo diante desta situação. Lixo, por ter acreditado nele várias vezes, por ter escolhido tão mal, por ter me permitido algo que, futuramente, minha pequena flor do cerrado poderá lamentar. Pai ausente nunca é uma situação indiferente para a criança.
Por outro lado, não consigo acreditar que este "casamento" deva ser levado a sério. Sei que quando acontecer de alguém vir morar comigo, haverá sentimento de verdade. Da minha parte, eu sempre posso garantir a honestidade... já da outra...
Por pensamentos como este, é que ficarei como estou, já que desconfio de qualquer um que se mexa, tenha duas pernas e não seja a bebezinha do quarto ao lado.
Bom, gostaria de encontrar uma palavra, ou duas, pra traduzir este momento. Não é raiva ou ódio. Tão pouco amor. Ainda era verão quando deixei de amar o pai da minha filha.
O tempo (sempre ele!) deverá trazer a palavra... assim como levar este sentimento para o vento.
Minha filha tem 15 meses. Hoje eu soube que o pai dela - que não a vê há 3meses, está morando com uma mulher que tem dois filhos. Ele tem duas e, com certeza, não cuida de uma.
Difícil não me sentir um lixo diante desta situação. Lixo, por ter acreditado nele várias vezes, por ter escolhido tão mal, por ter me permitido algo que, futuramente, minha pequena flor do cerrado poderá lamentar. Pai ausente nunca é uma situação indiferente para a criança.
Por outro lado, não consigo acreditar que este "casamento" deva ser levado a sério. Sei que quando acontecer de alguém vir morar comigo, haverá sentimento de verdade. Da minha parte, eu sempre posso garantir a honestidade... já da outra...
Por pensamentos como este, é que ficarei como estou, já que desconfio de qualquer um que se mexa, tenha duas pernas e não seja a bebezinha do quarto ao lado.
Bom, gostaria de encontrar uma palavra, ou duas, pra traduzir este momento. Não é raiva ou ódio. Tão pouco amor. Ainda era verão quando deixei de amar o pai da minha filha.
O tempo (sempre ele!) deverá trazer a palavra... assim como levar este sentimento para o vento.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
passos passados e passos futuros
O tempo... sempre ele...
ele tra novos deveres, anuncia a obrigação e cá estou, sem perspectiva do que serão as próximas semanas e os compromissos não dão trégua.
às vezes acho que estou numa bolha, alheia ao desespero que seria esperado para o momento.
Outras vezes, penso que se estou calma é porque estou otimista e confiante de que o melhor acontecerá.
Em todo o caso, há uma pitada de loucura aí.
A maior mudança anunciada é a saída do emprego. Coisa prática e perfeitamente adequada - o que é irônico ou insano. Se considerar o mundo na sua forma toma-lá-dá-cá, está é a maior mudança.
Se devo considerar como maior mudança aquela que afetará a vida toda (mais uma deste tipo chegando) então esta é o anúncio de que minha mameta quer a obrigação.
Me vejo cumprindo tudo... o trampo chegando, um ano se passando, eu recolhendo e minha flor do cerrado passando os 21 dias comigo, me vejo no preceito, o primeiro ano cheio de axé e novidade e, nos demais, um novo rumo na vida.
Otimismo ou loucura. Ainda não sei.
Sei que me apego à mameta quando perco o chão, que agradeço a ela quando percebo que fui agraciada ou protegida e me desculpo quando penso que não dei conta de algo que poderia ter dado. Sei que ela cuida muito de mim e me deu de presente a maior surpresa que eu poderia ganhar, minha filha, minha flor do cerrado... o presente é meu, só meu... o pai não quis figurar como tal então, tenho o presente só pra mim. Esta é uma das benção que ainda não agradeço devidamente - o de tê-la só para mim. Um dia o farei.
Por outro lado, perdi a fé nos homens. Talvez nas pessoas em geral. Por um lado, homens mentem a troco de conseguir uma noite para o seu curriculo, por outro, há mulheres tão inseguras que não conseguem olhar o mundo e outras pessoas sem suas lentes repletas de medo. Pessoas começam a me dar medo. Será preciso me afastar delas (ainda que por um tempo) para que eu ganhe jogo de cintura para manter-me longe de situações tão dramáticas?
Enquanto não tenho resposta, quero estar apenas com minha flor e junto a meu povo, no conforto e segurança da minha casa porque, eu realmente não entendo o que acontece lá fora.
ele tra novos deveres, anuncia a obrigação e cá estou, sem perspectiva do que serão as próximas semanas e os compromissos não dão trégua.
às vezes acho que estou numa bolha, alheia ao desespero que seria esperado para o momento.
Outras vezes, penso que se estou calma é porque estou otimista e confiante de que o melhor acontecerá.
Em todo o caso, há uma pitada de loucura aí.
A maior mudança anunciada é a saída do emprego. Coisa prática e perfeitamente adequada - o que é irônico ou insano. Se considerar o mundo na sua forma toma-lá-dá-cá, está é a maior mudança.
Se devo considerar como maior mudança aquela que afetará a vida toda (mais uma deste tipo chegando) então esta é o anúncio de que minha mameta quer a obrigação.
Me vejo cumprindo tudo... o trampo chegando, um ano se passando, eu recolhendo e minha flor do cerrado passando os 21 dias comigo, me vejo no preceito, o primeiro ano cheio de axé e novidade e, nos demais, um novo rumo na vida.
Otimismo ou loucura. Ainda não sei.
Sei que me apego à mameta quando perco o chão, que agradeço a ela quando percebo que fui agraciada ou protegida e me desculpo quando penso que não dei conta de algo que poderia ter dado. Sei que ela cuida muito de mim e me deu de presente a maior surpresa que eu poderia ganhar, minha filha, minha flor do cerrado... o presente é meu, só meu... o pai não quis figurar como tal então, tenho o presente só pra mim. Esta é uma das benção que ainda não agradeço devidamente - o de tê-la só para mim. Um dia o farei.
Por outro lado, perdi a fé nos homens. Talvez nas pessoas em geral. Por um lado, homens mentem a troco de conseguir uma noite para o seu curriculo, por outro, há mulheres tão inseguras que não conseguem olhar o mundo e outras pessoas sem suas lentes repletas de medo. Pessoas começam a me dar medo. Será preciso me afastar delas (ainda que por um tempo) para que eu ganhe jogo de cintura para manter-me longe de situações tão dramáticas?
Enquanto não tenho resposta, quero estar apenas com minha flor e junto a meu povo, no conforto e segurança da minha casa porque, eu realmente não entendo o que acontece lá fora.
sábado, 20 de agosto de 2011
Minha filha não merece o pai que tem.
Ela é doce, meiga, forte, encantadora... ela aprende rápido, tem um olhar fabuloso... um humor ótimo... bate palmas, canta, brinca... fica de boa, na dela... e interage tanto...
é totalmente encantadora.
mas o pai..
Lamento, a cada dia mais, a escolha que fiz. Nem foi uma escolha. Foi o deixar rolar... deixei rolar com alguém tão sem pé no chão... o cara delira... se alguém chama ele pra cantar, ele diz pros outros que será o "lançamento do projeto dele com este fulano", como se houvesse ALGUM projeto, como se tivesse labutado em cima de algo, estabelecido meta. A outra pessoa marcou o show, ensaiou, foi atrás de espaço, de divulgar... e o fulano sai dizendo que é o projeto dele e tal. O cara delira... já ficou 45 dias sem vê-la... depois mais 75 dias... não tem nenhuma preocupação em estabelecer vínculo com ela. Não a considera uma pessoa, com entendimento, memória ou necessidades.
Gostaria de ter o direito de mantê-lo completamente longe. Longe pra sempre.
Ele mente, é abusivo. Novamente desempregado... saiu do trampo porque tinha uma entrevista marcada em outro lugar. Conta com o ovo antes de ter a galinha. Combina que fará uma coisa e joga tudo pro alto em troca do incerto... não me ajuda em nada e se dá ao luxo de ficar de papo pro ar...
Se eu proibi-lo de vê-la, legitimando algo que já acontece, ele poderá alegar alienação parental. mesmo ELE fazendo isto... como poderei permitir tamanha inconstancia na figura paterna na vida de minha preciosidade? Como permitir que ela conviva com alguém tão mentiroso, tão delirante, tão irresponsável, tão egoísta. Alguém que abusa das mulheres, que oferece palavras lindas, um sonho de coração carente que quer ser acalantado mas, na real quer garantir sexo inseguro e irresponsável.
Como pude me envolver com alguém assim?
Devo ser uma imbecil, uma burra... como permiti tamanho envolvimento??
Agora o quero longe de mim e de minha filha.. só me resta rezar... porque quando ela começar a entender racionalmente as coisas, poderá ser dolorido demais pra ela: um pai que a rejeita e nem tem coragem de assumir que é rejeição o que ele dá a ela.
Ela é doce, meiga, forte, encantadora... ela aprende rápido, tem um olhar fabuloso... um humor ótimo... bate palmas, canta, brinca... fica de boa, na dela... e interage tanto...
é totalmente encantadora.
mas o pai..
Lamento, a cada dia mais, a escolha que fiz. Nem foi uma escolha. Foi o deixar rolar... deixei rolar com alguém tão sem pé no chão... o cara delira... se alguém chama ele pra cantar, ele diz pros outros que será o "lançamento do projeto dele com este fulano", como se houvesse ALGUM projeto, como se tivesse labutado em cima de algo, estabelecido meta. A outra pessoa marcou o show, ensaiou, foi atrás de espaço, de divulgar... e o fulano sai dizendo que é o projeto dele e tal. O cara delira... já ficou 45 dias sem vê-la... depois mais 75 dias... não tem nenhuma preocupação em estabelecer vínculo com ela. Não a considera uma pessoa, com entendimento, memória ou necessidades.
Gostaria de ter o direito de mantê-lo completamente longe. Longe pra sempre.
Ele mente, é abusivo. Novamente desempregado... saiu do trampo porque tinha uma entrevista marcada em outro lugar. Conta com o ovo antes de ter a galinha. Combina que fará uma coisa e joga tudo pro alto em troca do incerto... não me ajuda em nada e se dá ao luxo de ficar de papo pro ar...
Se eu proibi-lo de vê-la, legitimando algo que já acontece, ele poderá alegar alienação parental. mesmo ELE fazendo isto... como poderei permitir tamanha inconstancia na figura paterna na vida de minha preciosidade? Como permitir que ela conviva com alguém tão mentiroso, tão delirante, tão irresponsável, tão egoísta. Alguém que abusa das mulheres, que oferece palavras lindas, um sonho de coração carente que quer ser acalantado mas, na real quer garantir sexo inseguro e irresponsável.
Como pude me envolver com alguém assim?
Devo ser uma imbecil, uma burra... como permiti tamanho envolvimento??
Agora o quero longe de mim e de minha filha.. só me resta rezar... porque quando ela começar a entender racionalmente as coisas, poderá ser dolorido demais pra ela: um pai que a rejeita e nem tem coragem de assumir que é rejeição o que ele dá a ela.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Queria espiar o futuro, só pra descobrir se estou agindo certo hoje.
Não tenho que provar nada pra ninguém.
Não tenho que estar com qualquer cara pra provar que não quero meu último amor de volta.
Lamento, como lamento, tudo o que aconteceu.. lamento mais o que não aconteceu e poderia ter acontecido.
Coisa de gente sonhadora.
Não tenho que provar nada pra ninguém.
Não tenho que estar com qualquer cara pra provar que não quero meu último amor de volta.
Lamento, como lamento, tudo o que aconteceu.. lamento mais o que não aconteceu e poderia ter acontecido.
Coisa de gente sonhadora.
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